quarta-feira, 30 de julho de 2008

10 Princípios gerais para você escrever melhor

Esses princípios chegaram até mim em meu E-mail. São do site Português é fácil que é bastante inovador em relação a outros sites de protuguês. Uma das diferenças é a quantidade de postagens que interessam diretamente a professores da língua portuguesa. Vale a pena.

  1. Seja você mesmo. Não altere sua escrita por causa do assunto. Relaxe e escreva com confiança e de uma forma simples e natural. Às vezes, isso vai significar ter que descartar alguns primeiros parágrafos, até que você comece a escrever naturalmente. Lembre-se nunca diga nada escrevendo se você não diria isso, sem problemas, numa conversa. Quando possível, use a primeira pessoa do discurso (Eu) – geralmente torna o texto mais natural.
  2. Escreva para você mesmo — é isso que vai deixar o texto interessante para o leitor.
  3. Escreva de uma forma humana e amistosa (isso não significa ter que concordar com tudo).
  4. Não use palavras desnecessárias. Escreva simples. Não use palavras só por “estilo”.
    1. Uma frase não deve conter palavras desnecessárias, e um parágrafo não deve conter frases desnecessárias, pela mesma razão que um desenho não deve ter linhas desnecessárias e uma máquina não deve ter peças desnecessárias.
    2. Resuma cada frase em seus componentes mais simples. Cada palavra sem função, cada palavra longa que deveria ser curta, cada advérbio que carrega o mesmo significado que já está no verbo, cada forma passiva que deixa o leitor incerto sobre quem está fazendo o quê — essas são as mil e uma adulterações que enfraquecem a força da frase.
    3. Frases rebuscadas e difíceis de entender, além de serem entediantes, geralmente causam náusea.
  5. Seja claro. Escrita clara vem de um pensamento claro. Conheça lógica, retórica e, claro, o seu assunto.
    1. Lembre-se disso: um livro bem escrito com argumentos ruins será mais influente que um livro mal escrito com intermináveis parágrafos de texto sem vida. Lembre-se disso também: Textos sem vida vêm de mentes sem vida
    2. Bons escritores escrevem de uma forma que alguém poderá lê-lo em voz alta e mesmo assim entenderá sua mensagem. Escritores ruins precisam ser estudados, relidos e ponderados.
  6. Evite palavras decorativas.
    1. “Nunca use uma palavra longa quando existe uma curta que faça o mesmo trabalho” (George Orwell)
  7. Escreva como se estivesse morrendo. Isso mesmo. Imagine que você está escrevendo para leitores que são pacientes terminais. O que você escreveria se soubesse que iria morrer logo? O que você diria para uma pessoa que está morrendo e não tem tempo de ficar ouvindo coisas banais?
  8. Respeite as palavras e seus significados. Use o dicionário para qualquer palavra que você tiver dúvida quanto ao significado.
  9. Fale sobre uma pessoa, não sobre pessoas. Especificidade atrai interesse.
  10. Preste atenção nas suas metáforas — o que você quer comunicar com elas?

terça-feira, 29 de julho de 2008

livros de Machado de Assis para baixar


Não se preocupe, você não está cometendo nenhum crime ao baixar esse arquivo. As obras de Machado de Assis pertencem ao chamado Domínio Público; é elemento educativo, portanto podem ser baixadas. Ainda em comemoração ao Centenário de Machado de Assis.



Obras:
  1. Desencantos, comédia (1861);
  2. Queda que as mulheres têm para os tolos, sátira em prosa (1861);
  3. Teatro, volume que se compõe de duas comédias, O protocolo e O caminho da porta (1863);
  4. Quase ministro, comédia (s.d.);
  5. Crisálidas, poesia (1864);
  6. Os deuses de casaca, comédia (1866);
  7. Falenas, poesia (1870);
  8. Contos fluminenses (1870);
  9. Ressurreição, romance (1872);
  10. Histórias da meia-noite, contos (1873);
  11. A mão e a luva, romance (1874);
  12. Americanas, poesia (1875);
  13. Helena, romance (1876);
  14. Iaiá Garcia, romance (1878);
  15. Memórias póstumas de Brás Cubas, romance (1881);
  16. Tu, só tu, puro amor, comédia (1881);
  17. Papéis avulsos, contos (1882);
  18. Histórias sem data (1884);
  19. Quincas Borba, romance (1891);
  20. Várias histórias (1896);
  21. Páginas recolhidas, contos, ensaios, teatro (1899);
  22. Dom Casmurro, romance (1899);
  23. Poesias completas (1901);
  24. Esaú e Jacó, romance (1904);
  25. Relíquias da casa velha, contos, crítica, teatro (1906);
  26. Memorial de Aires, romance (1908).

Publicações póstumas:
  1. Crítica (1910);
  2. Outras relíquias, contos, crítica, teatro (1932);
  3. Crônicas, quatro volumes (1937) ;
  4. Correspondência (1932);
  5. Crítica literária (1937);
  6. Páginas escolhidas (1921);
  7. Casa velha (1944).